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Unidades do Satélite aderem a utilização de canudo biodegradável


Recentemente, o senado abriu uma votação online sobre proibição, em todo território brasileiro,  de canudos e outros utensílios feito de polipropileno e poliestireno (plásticos) que podem ser substituídos por material biodegradável (papel). Isso porque a decomposição completa dos canudos de plásticos demora até 400 anos e quando descartados incorretamente podem chegar nos rios, no mar e ser engolidos por animais, conforme destaca Cláudio Gonçalves Tiago, professor de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (USP). 
 
Longe de ser o principal problema quando o assunto é poluição por plásticos, o canudo funciona como uma “porta de entrada” para discussões mais profundas – e, por ser um item dispensável no consumo diário, pode ter um apelo mais significativo.
 
Diante dessa polêmica e preocupados com a preservação do meio ambiente, as unidades do Satélite Esporte Clube aderem a utilização dos canudos biodegradáveis e que estarão disponíveis aos hóspedes a partir de novembro.
 
Os números impressionam: só nos Estados Unidos, mais de 500 milhões de canudos plásticos são utilizados diariamente, de acordo com uma pesquisa do governo. O Fórum Econômico Mundial relata a existência de 150 milhões de toneladas métricas de plásticos nos oceanos. Caso o consumo de plástico siga no mesmo ritmo de hoje, cientistas preveem que haverá mais plástico do que peixes no oceano até 2050. 
 
Os canudos de plástico, que já foram proibidos em mais de dez países e em grandes cidades, como Vancouver, são o grande símbolo da poluição plástica que atinge os oceanos.  Eles representam 4% de todo o lixo plástico do mundo, por isso entre alternativas para substituição estão também os comestíveis ou os reutilizáveis feitos vidro, aço ou silicone (laváveis).
 

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